jun 18

PV Diversidade apoia campanha “Respeito se aprende na escola”

generopme

Crédito – Respeito se aprende na escola (https://www.facebook.com/respeitopne)

O PV Diversidade, núcleo LGBT do Partido Verde, vem encaminhando o texto abaixo a todos os vereadores do partido, aonde essas discussões tem sido realizadas e nosso apoio requisitado. Os vereadores de São Paulo, capital, aonde será realizada a votação do PME amanhã (sexta 19/6) já foram notificados.

Prezado vereador

O PV Diversidade, núcleo LGBT do Partido Verde, vem através desta solicitar sua reflexão a respeito da lamentável retirada e supressão de qualquer menção a GÊNERO, ORIENTAÇÃO SEXUAL e SEXUALIDADE no PME – Plano Municipal de Educação. Está ocorrendo um grande embate de desinformação por parte de religiosos fundamentalistas, tranformando em “ideologia de gênero” (sic), um assunto que somente trata de respeito à diversidade e pluralidade.
Nessa sexta durante a votação do PME, contamos com seu apoio para que esses assuntos possam voltar a ser discutidos e re-inseridos.
Abaixo os 10 motivos da página “Respeito se aprende na escola”.

Evento do facebook de apoio a inclusão da discussão de gênero nas escolas https://www.facebook.com/events/1629076507338897/

10 Razões Para Discutir Gênero Nas Escolas

Os Planos Municipais, Estaduais e Nacional de Educação estão sendo boicotados. Neles constam diretrizes para a ‪educação‬ brasileira nos próximos 10 anos, incluindo propostas de diminuição do número de alunos por sala de aula, investimento do governos municipais, estaduais e federal nas escolas públicas e promoção do ‪respeito‬ à identidade de gênero e orientação sexual. Grupos organizados de fundamentalistas que desejam que a escola se cale diante de temas tão fundamentais quando ‪gênero‬ e ‪sexualidade‬, fizeram pressão para que o projetos sejam reescritos suprimindo qualquer menção a GÊNERO, ORIENTAÇÃO SEXUAL e SEXUALIDADE. Por isso a página Respeito se aprende na Escola listou algumas razões para falarmos de gênero na sala de aula.

1. Ideologia de gênero NÃO existe!
Fundamentalistas religiosos têm utilizado argumentos mentirosos e distorcidos pra tentar excluir os termos de gênero dos Planos Municipais, Estaduais e Nacional de Educação, dizendo que seus filhos serão ensinados a fazer sexo, que aprenderão que não são homens nem mulheres, e serão influenciadas a serem gays, lésbicas, bissexuais, ou pessoas T.
Isso é mentira!
Os planos não devem apontar orientações sexuais a serem seguidas nem devem trazer qualquer menção sobre como se exercer a sexualidade. Eles indicam diretrizes para uma educação livre de preconceitos, que ensine as crianças não só a passarem no vestibular, mas a se respeitarem e saberem lidar com as diferenças!

2. O Estado é Laico
Estado Laico, ou Secular, é aquele que trata todos seus cidadãos igualmente, independentemente de sua escolha religiosa, e não deve dar preferência a indivíduos de certa religião. Um país laico entende que a religião não deve ter influência nos assuntos do Estado.
Portanto, são inconstitucionais os boicotes aos PMEs que se justificam na Bíblia para demonizar sexualidades e gênero divergentes do cissexismo e da heteronormatividade e lhes tirar direitos.
As diretrizes do Estado para os próximos 10 anos na Educação não podem ser decididas baseando-se em princípios cristãos de família, pecado e moral.

3. Vivemos numa Democracia
Via deolhonoplano.org.br
Pelo menos, é o que diz a Constituição.
A discussões em torno dos Planos Municipais, Estaduais e Nacional de Educação têm sido feitos de forma democrática, com amplo acesso de toda a sociedade civil aos debates. Reformular todo o projeto após a aprovação das devidas comissões é anti-democrático e avilta a participação popular na construção das políticas públicas.
Toninho Vespoli , Vereador de São Paulo e relator do projeto alterado após votação do dia 10 na Comissão de Finanças, avalia que “A supressão do que se havia proposto mostra um desrespeito aos debates feitos na construção do plano”.
Para garantirmos a democracia na elaboração dos PMEs, é necessário que estejamos numerosamente presentes em todos os diálogos e votações que forem ocorrer.

4. Ser LGBT não é uma escolha
Como ser hétero também não é!
A naturalização da heterossexualidade e da cisgeneridade cria a falsa ideia de que, quando debates sobre identidade de gênero e orientação sexual foram levantados em sala de aula, todas as crianças se tornarão automaticamente lésbicas, gays, bissexuais, ou travestis e homens trans.
Não. Isso não vai acontecer.
Não vai acontecer porque não é possível influenciar alguém a ser bissexual, ou ser homem trans. Bem como não se pode forçar alguém a ser hétero ou cis.

5. HomoLésBifobia matam!
Via wordpress.com
Um gay, uma lésbica, ou uma pessoa bissexual é assassinada a cada 27 horas no Brasil, segundo o Grupo Gay da Bahia. Desses, 28% eram menores de 18 anos.
Precisamos falar sobre Homofobia, lesbofobia e bifobia na escola!

6. Transfobia mata! Muitas vezes.
Via wordpress.com
Precisamos falar de transfobia na escola porque metade dos assassinatos de pessoas T no mundo acontecem no Brasil. Sim, metade. Sim, do MUNDO.
41% das pessoas que morrem em assassinatos LGBTfóbicos são de travestis, mulheres transexuais e homens trans. Segundo a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) a expectativa de vida de uma pessoa T é de 30 anos de idade, e estima-se que 90% das meninas estejam se prostituindo.
Uma característica das mortes de pessoas T é que elas não morrem apenas uma vez, mas várias: os assassinatos sempre envolvem abuso sexual, cárcere e tortura; os corpos sem vida continuam sendo violentados; velório e sepultamento (nos casos em que o corpo é reconhecido), não se respeita nome social e mesmo após a morte essas pessoas são humilhadas pela exposição de seu nome de registro pela família e pela mídia.

7. Fim da evasão escolar
Via catolicas.org.br
Apesar de educação ser um direito, ela não é garantida para as minorias. Junto ao lar, a escola é um dos primeiros lugares onde as violências machistas e LGBTfóbicas ocorrem. Bullying, exclusão social, agressões físicas, estupros, proibição de usar o banheiro e desrespeito ao nome social são alguma das violências que levam mulheres e jovens LGBT a abandonarem a escola muito cedo.
Devido à evasão escolar, esses jovens são impedidos de desenvolverem todo seu potencial intelectual e futuramente não terão acesso ao mercado de trabalho nem à universidade, tendo como únicas opções de trabalho a prostituição e os subempregos.

8. Estamos educando machistas
noticias.r7.com
“É importante manter a formação em gêneros nas escolas para que meninos e meninas cresçam com visão de igualdade entre homens e mulheres; isso ajuda a evitar que homens sejam futuros agressores e que mulheres se submetam a situações de violência; não adianta só atuar na ponta, punindo agressores, mas também devemos trabalhar com a prevenção, educando as crianças”, resume Denise Motta Dau, secretária municipal de Políticas para as Mulheres, de São Paulo
As consequências de uma educação machista são vastas. As LISTAS DE MENINAS MAIS VADIAS são um exemplo. Os nomes e fotos íntimas circulam pelo WhatsApp, vídeos no Youtube, Facebook e são até colados em cartazes no interior das escolas. Essas listas já motivaram tentativas de suicídio de pelo menos 12 garotas desde o ano passado no Grajaú, Parelheiros e Embu das Artes.

9. Questão de saúde pública
Educação sexual é uma questão de saúde pública. Quando não falamos sobre sexo e sexualidade na escola, estamos deixando de orientar jovens sobre sexo seguro e métodos contraceptivos. Essa desinformação somada à vulnerabilidade social na qual vivem as mulheres e LGBTs estudantes de escolas públicas colabora com os índices de DSTs entre jovens, a gravidez precoce e, consequentemente, o aborto clandestino.

10. Não vivemos na idade média
Nem podemos voltar a essa época de violência e ignorância.
Não podemos permitir que a educação permaneça, durante os próximos 10 anos, ignorando debates fundamentais como sexualidade e gênero.
A página Respeito se aprende na Escola convida a toda a sociedade civil para se mobilizar contra o retrocesso na educação! Acompanhe por lá toda a mobilização nacional em favor de PMEs que tragam debates coerentes com nossa realidade social, inclusivos para com minorias.

jun 17

Posição Oficial – Nota de Repúdio Sobre a postura do Vereador Jô / PV – Barueri

O PV Diversidade, Núcleo LGBT do Partido Verde (PV/43) vem através desta externar seu repúdio contra a postura do Vereador Jô PV – Barueri. Ficamos cientes que na cidade de Barueri/SP lamentavelmente foi retirado do Plano Municipal de Educação o debate sobre identidade de gênero e orientação sexual, abrindo espaço para que a escola se perpetue como espaço de preconceito, intolerância e ignorância. O vereador Jô, não bastando seu voto contrário, usou da tribuna para destilar toda sua intolerância em nome da “tradicional família brasileira, da moral e bons costumes” e contra as pessoas LGBT. Não podemos admitir em pleno século XXI, que essas práticas continue acontecendo, o caos e o retrocesso não pode se instalar prejudicando ainda mais o andamento dos poucos direitos conquistados pela população LGBT.

Afirmamos que essa posição do vereador não condiz com o ideário do Partido Verde e das diretrizes que norteiam o nosso programa e estatuto partidário, principalmente no artigo 6º que expõe: “Não podem se filiar ao PV indivíduos comprovadamente responsáveis por violação dos direitos humanos, agressão ao meio ambiente ou corrupção, bem como atitudes ou manifestações ofensivas ou discriminatórias à origem étnica, a orientação sexual, de gênero e à crença”.

O PV Diversidade, núcleo LGBT do Partido Verde, desde que oficializou a sua criação em setembro de 2013, vem se empenhando e acompanhando de perto toda a atuação de nossos parlamentares nos níveis municipal, estadual e nacional e ficamos extremamente perplexos quando nos deparamos com esse tipo de postura de alguns colegas de partido. A criação do PV Diversidade – Núcleo Temático LGBT vem em atendimento ao definido na resolução 1º Encontro Nacional da Secretaria de Combate à Discriminação, em 19 de novembro de 2011, em Maceió. Durante este encontro ficou definido que a pasta teria o nome alterado para Secretaria de Direitos Humanos e Diversidade e foram aprovadas modificações no Estatuto do partido, dando ênfase e abertura para o aumento da discussão dos temas ligados a diversidade humana em geral.

Neste difícil momento para a população LGBT no país exortamos que outros núcleos partidários LGBT, bem como a militância como um todo, pressionem seus partidos e parlamentares federais, estaduais e municipais para que não deixem que o retrocesso atingir a nossa população novamente. Não podemos aceitar que o desserviço tome conta da educação no nosso país, e os direitos humanos sejam afetados na discussão dos PME – Plano Municipal de Educação, em busca de uma educação que respeite a diversidade.

Estamos nesse momento encaminhando essa nota para a executiva municipal de Barueri, o diretório estadual de São Paulo e o diretório nacional, para que estejam cientes do ocorrido, investiguem o caso e tomem as providências necessárias.


André “Pomba” Cagni – Coordenador do PV Diversidade Nacional.

Thiago Costa – Coordenador do PV Diversidade Fortaleza – Ceará e Relações Institucionais do PV Diversidade Nacional.

Direito de resposta: Ao ser arguido, o vereador Jô entrou em contato com o PV Diversidade e negou ter usado a tribuna da forma com que aqui foi citado, conforme fora relatado por militantes LGBT presentes á sessão.

respeitoescola

Crédito: Respeito se aprende na escola https://www.facebook.com/respeitopne

jun 03

O II Encontro Ativistas pela Diversidade Sexual acontece nesse sábado em São Paulo

encontropvdiversidade2015

Muitas pessoas querem atuar mais na militância LGBT fora das redes sociais, mas não sabem como começar ou como fazer. Muitos gostariam de ajudar mais as candidaturas LGBTs, mas não sabem como as campanhas são organizadas e as dificuldades para se eleger.

Se você quer saber mais como ajudar a militância LGBT, O “II Encontro de Ativistas pela Diversidade Sexual: Rumo às Eleições 2016!” vai fazer uma grande roda de bate papo no dia 6 de junho, sábado à tarde (véspera da Parada do Orgulho LGBT) na Assembleia Legislativa no Ibirapuera. Foram convidados vários ativistas, visando não somente o aprimoramento do conhecimento, mas também buscando mais união suprapartidária para o enfrentamento com os fundamentalismo reinante na política atual.

Presenças já confirmadas de:
Leo Aquila (Jornalista e apresentadora): Falará sobre suas experiências nas eleições, principalmente a de 2014
Cristiano Valério (Reverendo da ICM/SP): Falará sobre igrejas inclusivas e contraponto ao fundamentalismo.
Ghe Santos (Consultor de Políticas LGBT Prefeitura de Itaquaquecetuba): Falará sobre políticas públicas municipais
André “Pomba” (Coordenador do PV Diversidade): Falará sobre as perspectivas de candidaturas LGBT para 2016
Elvis Stronger (Família Stronger): Falará sobre suas experiências com Militância, juventude e coletivos.
Agatha Lima (Presidente do Conselho Estadual LGBT): Falará sobre o funcionamento do conselho, problemas, composição, eleições etc.
Thiago Costa (Relações Institucionais do PV Diversidade): Falará sobre como influenciar e atuar em contato com os parlamentares.

Após a explanação dos palestrantes, teremos uma roda de bate papo para esclarecimento de dúvidas e microfone aberto aos participantes. Aos que requisitarem e/ou necessitarem por questões de trabalho ou estudo, será concedido certificado de participação.

Evento do facebook: https://www.facebook.com/events/466501926847724/

II Encontro de Ativistas pela Diversidade Sexual: Rumo às Eleições 2016!
Sábado 06 de junho das 13h as 17 horas
Véspera da Parada do Orgulho LGBT

Local: ALESP – Auditório Teotônio Vilela – 1º andar
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
Av. Pedro Álvares Cabral, 201- Ibirapuera
Atenção: Entrada pelo estacionamento (Avenida Sargento Mario Kozel Filho)

Organização: PV Diversidade – Coordenação: André “Pomba” (cel. 11.9.9271.6159)
Apoio: Fundação Verde Herbert Daniel

mai 08

Encontro de jovens com Eduardo Jorge acontece nesse sábado, 9 de maio em São Paulo

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A fim de aproximar a política da sociedade, nesses tempos difíceis, os Jovens Verdes de Sampa promoverão nesse sábado, 09 de maio, a partir das 13 horas, um encontro aberto com o ex-candidato à presidência pelo Partido Verde Eduardo Jorge. O objetivo é debater livremente os principais temas da atualidade, sem preconceitos. O encontro será na Câmara Municipal de São Paulo, na sala Tiradentes no 8º andar. Após o encontro, será oferecido um coffee break.

Tudo o que você gostaria de conversar sobre política e nunca teve a oportunidade. Venha e aproveite para expor seus questionamentos!
Presenças também confirmadas de lideranças do Partido Verde.

#tomepartido #partidoverde
Evento aberto a todos! Link: https://www.facebook.com/events/1592673407644395/

Onde?
Câmara Municipal de São Paulo
Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista (próximo ao Metrô Anhangabau e Terminal Bandeira).
Sala Tiradentes 8º andar

Informações com Anderson (11) 9.8577.8058

mai 05

Último dia para votar no Prêmio PapoMix. Pomba & Silvetty estão entre os indicados!

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Hoje é o último dia para votar no conceituado Prêmio Papo Mix. Duas lideranças do PV Diversidade estão concorrendo: André Pomba na categoria Ativistas/Militantes e Silvetty Montilla como ícone LGBT. Para conhecer todos os indicados e categorias, acesse  http://www.papomix.com.br/premio/votacao.php. Você pode votar quantas vezes quiser!

Conheça mais sobre  o Prêmio Papo Mix

Considerada a grande festa da diversidade, por reunir, em uma única premiação, vários segmentos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais), a 4ª edição do Prêmio PapoMix acontece no próximo 7 de maio, em novo endereço,  no Teatro Sérgio Cardoso em São Paulo.

O evento traz reconhecimento aos talentos da diversidade que tanto fazem com sua militância artística em favor da comunidade LGBT, trazendo respeito, alcançando as massas, distribuindo e arrancando elogios e com isso quebrando paradigmas e derrubando preconceitos.

Idealizado pelo empresário Emerson Marcellino e pelo jornalista Anderson Azevedo, criadores do “PapoMix”,  o grande objetivo é estimular o surgimento de novos talento e de alguma forma agradecer aos artistas, que com o seu trabalho fomentam a fantasia e trazem o lúdico para os nossos palcos e grande público.

A premiação também comemora os 8 anos de sucesso do PapoMix, programa de Tv exibido na internet (papomix.com.br) e apresentado por Anderson Azevedo, o “ Repórter da Diversidade”.

Serão agraciados com o Prêmio PapoMix profissionais divididos em 16 categorias. Os 5 finalistas de cada grupo foram escolhidos por 20  curadores ligados ao panorama LGBT. Agora são os internautas que vão eleger os finalistas, por meio de uma votação que acontece até 5 de maio no site premiopapomix.com.br.

Os vencedores só serão conhecidos na noite da premiação numa cerimônia de glamour e requinte, com entrada franca, para 800 convidados. A cerimônia está sendo dirigida por Cláudio Medeiros, com a apresentação de Leão Lobo e que contará também com a presença de atrações, artistas e homenageados.

abr 20

Posição oficial sobre o caso Verônica Bolina e seus desdobramentos

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O PV Diversidade (Núcleo LGBT do Partido Verde – PV/43) vem a público explicitar sua posição com relação ao caso da prisão da travesti Verônica Bolina e seus desdobramentos.

Entendemos firmemente que houve abuso e violência policial na condução dessa prisão. Violência esta – infelizmente – corriqueira na vida de cada uma das travestis e transexuais no Brasil. Os crimes pelos quais Verônica está sendo acusada, devem ser julgados única e exclusivamente pela justiça, e ela deve ter resguardados todos os seus direitos de defesa previstos pela Constituição do nosso país, pois sua integridade física e moral, bem como o respeito à sua Identidade de Gênero foram gravemente violados. Por outro lado, de nenhuma forma, o PV Diversidade defende a impunidade de Verônica em relação aos crimes que ela é acusada de ter cometido.

Com relação a atuação da polícia no caso, estaremos acompanhando e apoiando a investigação e sindicância da instância mais legítima, o Conselho dos Direitos da População LGBT do Estado de São Paulo, presidido pela transexual Agatha Lima. Assim como reconhecemos a atuação de entidades como ANTRA, Fórum Paulista de Travestis e Transexuais, Fórum Municipal de Travestis e Transexuais da cidade de São Paulo, OAB/SP, GADVS (Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual), Centro de Cidadania LGBT da Prefeitura de São Paulo e a Defensoria Pública, para reforçar que os abusos cometidos sejam devidamente esclarecidos e punidos.

Por conta deste tipo de atuação, e visando a preservação de todas as pessoas envolvidas no caso, o PV Diversidade não apoia nenhum tipo de protesto ou ato que não venha a ser chamado por entidades e lideranças do movimento de travestis e transexuais diretamente envolvidas com o caso. Também consideramos como extremamente graves os ataques de ódio pelo qual tem sido vítimas militantes da causa LGBT, por não concordarem com atos unilateralmente convocados.

O PV Diversidade também não apoia o linchamento pelo qual tem sido vítima a Coordenadora de Políticas Para a Diversidade Sexual do Governo do Estado de São Paulo, Heloisa Alves, por conta do vazamento seletivo de áudios referentes a suposta confissão de Verônica, posteriormente contestada. Por atestarmos como irrepreensível sua atuação como gestora pública até o momento, e resguardado o mesmo direito de defesa, aguardamos os devidos esclarecimentos da coordenadora, com referência as reais circunstâncias que cercam essa gravação, que devem ser prestados na reunião extraordinária dessa quinta-feira, 23 de abril, do Conselho dos Direitos da População LGBT do Estado de São Paulo (convocatória em https://www.facebook.com/photo.php?fbid=987458747944612&set=gm.701883666601858&type=1&theater).

mar 28

PV Diversidade apoia candidatura de Bill Santos para o Conselho Gestor do Parque Ibirapuera

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O PV Diversidade​, núcleo LGBT do Partido Verde​ está apoiando a candidatura unificada e suprapartidária do ativista Bill Santos​ ao Conselho Gestor do Ibirapuera. Conclamamos aos filiados e simpatizantes que compareçam amanhã, domingo, dia 29 de março das 10h às 16h no Planetário do Parque Ibirapuera. Para votar é necessário ter mais de 16 anos, levar RG e comprovante de endereço da capital (o comprovante não precisa ser em nome do próprio votante). O número do Bill é 19. Por quê Bill? Porque ele é um dos maiores especialistas e admiradores do Parque Ibirapuera, conhecendo-o detalhadamente em toda sua amplitude. Ele sabe profundamente todas as necessidades e deficiências do Parque, pois é um frequentador assíduo desde 1997. Atuou no comércio local de 2002 a 2007, obtendo uma interlocução e interação dos frequentadores para com o poder público e administração do parque, legitimando-o a vaga de conselheiro gestor. Entre suas propostas a reabertura do Autorama LBT (através de um programa de revitalização chamado Autorama Legal) e do Planetário (fechado há exatos dois anos), e ampliação da segurança e de eventos culturais com foco na sustentabilidade e defesa do meio ambiente. Evento do facebook: https://www.facebook.com/events/1581043808806983/

mar 24

Coordenadoria LGBT do Ceará não funciona desde a posse do governador Camilo Santana (PT)

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O PV Diversidade Nacional, Núcleo LGBT do Partido Verde (PV/43), através do PV Diversidade Fortaleza – Ceará, enviou na data de hoje emails a todos os deputados estaduais do Ceará, bem como ao executivo estadual, incluindo o governador Camilo Santana (PT).

Externamos nossa preocupação com os rumos Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para LGBT do Governo do Estado do Ceará, pelo fato desse órgão não está funcionando desde o início da nova gestão. A intenção é que a bancada dos Deputados Estaduais intervenha junto ao Governo do Estado do Ceará urgentemente para a nomeação de um profissional para ser o titular dessa pasta e o retorno dos trabalhos deste órgão.

“Precisamos urgentemente que sejam retomados os trabalhos da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas LGBT do Governo do Estado do Ceará, pois é inadmissível esse retrocesso. As denúncias não estão sendo devidamente apuradas e, mais que isso, muitas das conquistas estão sendo violadas”, afirmou o coordenador do PV Diversidade de Fortaleza, o ativista LGBT Thiago Costa.

Neste difícil momento para a população LGBT do Ceará exortamos que outros núcleos partidários LGBT, bem como a militância como um todo, pressionem seus partidos e deputados para que não deixem que o retrocesso atinja a nossa população LGBT Cearense novamente.

Abaixo o teor da carta encaminhada:

Pela nomeação do novo titular e retorno das atividades urgente da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para LGBT do Governo do Estado do Ceará

O PV Diversidade Nacional, Núcleo LGBT do Partido Verde (PV/43) e o PV Diversidade Fortaleza-Ceará, vem através desta externar sua preocupação com os rumos da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para LGBT do Governo do Estado do Ceará, pelo fato desse órgão não está funcionando desde o início da nova gestão.

Portanto, exortamos que a bancada dos Deputados Estaduais, intervenha junto ao Governo do Estado do Ceará URGENTEMENTE para a nomeação de um profissional para ser o titular dessa pasta e o retorno dos trabalhos deste órgão. Gostaríamos de convocar todos os deputados compromissados com a pauta dos direitos humanos, minorias e diversidade que unam forças e possam ser uma frente de luta efetiva pelas causas da população LGBT do Ceará.

Há quase 100 dias do novo governo, a população LGBT do Estado do Ceará vem passando e sofrendo um verdadeiro retrocesso com o não funcionamento da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para LGBT do Governo do Estado. Desde o início de janeiro nenhum novo titular foi nomeado para dar continuidade aos trabalhos já desempenhados na busca de assegurar, conquistar e avançar nos direitos para população LGBT. O Estado junto com a Coordenadoria devem promover ações de combate aos crimes de HOMO-LESBO-TRANSFOBIA, e se faz necessário uma mudança e um novo nome nessa pasta, atualmente a população LGBT não é mais uma simples minoria, necessitamos de cuidados, carinho, atenção e um olhar de muita sensibilidade, muitos de nós continuam sendo vítimas de violências e crimes todos os dias.

Continuamos a nos fazer as mesmas perguntas e as mesmas reflexões:

ATÉ QUANDO? QUANTOS MAIS? SEREI EU OU VOCÊ O PRÓXIMO? SERÁ QUE ISSO VAI TER FIM?

“Precisamos urgentemente que sejam retomados os trabalhos da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas LGBT do Governo do Estado do Ceará, pois é inadmissível esse retrocesso. As denúncias não estão sendo devidamente apuradas e, mais que isso, muitas das conquistas estão sendo violadas. Os crimes estão acontecendo com cada vez mais frequência e de forma bem mais violenta e não podemos perder o pouco que já foi conquistado. Esse órgão tem que voltar a funcionar o mais breve possível e tendo a frente dele pessoas capacitadas e comprometidas com as causas da diversidade, para que se busque a promoção da cidadania e dos direitos de toda a População LGBT. Chega a ser vergonhoso para o nosso Estado, precisamos e exigimos respeito e dignidade”, afirmou o Ativista LGBT Thiago Costa.

Thiago Costa – Coordenador do PV Diversidade Fortaleza – Ceará e Relações Institucionais do PV Diversidade Nacional.
André “Pomba” Cagni – Coordenador do PV Diversidade Nacional.

fev 25

Pela indicação de deputados compromissados com direitos humanos na CDHM

bancadaevangelica

O PV Diversidade, Núcleo LGBT do Partido Verde (PV/43), enviou na data de hoje emails a todos os deputados do bloco PV/PSB/PPS/SD, externando sua preocupação com os rumos da CDHM – Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (agora sob a presidência do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ)). A intenção é evitar que Cunha tente transformar novamente a CDMH em palco de demonstrações de posições homofóbicas e racistas como o ocorrido em 2013, sob presidência de Marco Feliciano (PSC/SP).

Exigimos que a bancada do bloco PSB/PPS/SD/PV somente indiquem deputados claramente compromissados com a pauta dos direitos humanos e minorias para a CDHM e que possa ser uma frente de luta efetivamente progressista contra as posições retrógradas assumidas pelo presidente da Câmara dos Deputados e sua base conservadora de apoio.

Neste difícil momento para a população LGBT exortamos que outros núcleos partidários LGBT, bem como a militância como um todo, pressionem seus partidos e deputados para que não deixem que o retrocesso atinja a CDHM novamente.

Abaixo a teor do email encaminhado

Pela indicação de deputados compromissados com direitos humanos na CDHM

O PV Diversidade, Núcleo LGBT do Partido Verde (PV/43) vem através desta externar sua preocupação com os rumos da CDHM – Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, agora sob a presidência do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). O deputado numa clara demonstração de forma e necessidade de confronto, desengavetou projetos bizarros como “Dia do Orgulho Hetero” e “Criminalização da Heterofobia”, ao mesmo tempo em que se posiciona contra os direitos das minorias, em particular da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Isso nos faz antever que o presidente da Câmara tentará transformar novamente a CDMH em palco de demonstrações de posições homofóbicas e racistas como o ocorrido em 2013.

Durante o ano de 2013, a CDHM foi comandada pelo deputado Marco Feliciano (PSC/SP), teve em sua maioria deputados da bancada evangélica e empreendeu graves retrocessos em sua tradicional pauta de apoio às minorias como a população negra e LGBT. Os únicos projetos aprovados por esta comissão naquele ano, retiravam direitos e expunham o Congresso e os deputados ao ridículo, como o malfadado projeto da “Cura Gay” posteriormente arquivado. Em 2014, a CDHM retomou uma posição majoritária de deputados envolvidos em direitos humanos e pôde, de certa forma, restabelecer sua função de encaminhar projetos que tratam dessa questão de forma isenta e democrática.

Portanto, exortamos que a bancada do bloco PSB/PPS/SD/PV somente indiquem deputados claramente compromissados com a pauta dos direitos humanos e minorias para a CDHM e que possa ser uma frente de luta efetivamente progressista contra as posições retrógradas assumidas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e sua base conservadora de apoio.

André “Pomba” Cagni – Coordenador do PV Diversidade.
Thiago Costa – Relações Institucionais do PV Diversidade.

fev 20

Reunião do PV Diversidade dia 28/2 é destaque no site e redes sociais do PV/SP

pvestadualpvdiver2015

Primeira reunião do ano do PV Diversidade​ é destaque no site e redes sociais do Partido Verde do Estado de São Paulo! Veja em http://pvsp.org.br/ultimas-noticias/item/3846-de-olho-em-2016-pv-diversidade-se-reunira-na-camara-municipal.html

A reunião será no próximo sábado 28 de fevereiro, das 14h as 17h na Câmara Municipal de São Paulo. A entrada é livre, todos são bem vindos (filiados ou não) e vamos começar a trabalhar as candidaturas a vereador para 2016!

 

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